Informativo da Secretaria Executiva do Sínodo do Litoral Paulista (SE/SLI).

Sínodo do Litoral Paulista - SLI

Somos parte da Igreja Presbiteriana do Brasil!

Presbitério de Santos - PRST

O Evangelho, a igreja e a glória de Deus.

Presbitério de São Vicente - PRSV

Da primeira cidade e além pregando o Evangelho!

Presbitério do Vale do Ribeira - PVRB

Para a glória de Deus evangelizar o Vale do Ribeiro!

Sínodo do Lítoral Paulista - SLI

Deus abençoe aos nossos presbitérios!

domingo, 31 de dezembro de 2017

GRATIDÃO PELO ANO DE 2017


Prezados irmãos:

Chegamos ao fim de mais um ano. É tempo de agradecer a cada pastor e presbítero que assistem as nossas igrejas. É tempo de agradecer aqueles que estiveram conosco, nesse ano de 2017, para planejar o rumo de nosso Sínodo.
Sem Deus não podemos e sem vocês ele não quer. É com essa convicção que aguardamos o ano de 2018!
Que a bondade de Deus esteja com vocês no novo ano para os motivar a continuar constantes na obra do Senhor.
Com louvor a Deus por cada Presbitério membro de nosso Sínodo, oro pela paz e pelo bem de nossas igrejas.

Rev. J. A. Lucas Guimarães
SE/SLI
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domingo, 17 de dezembro de 2017

17/12: DIA DO PASTOR PRESBITERIANO


‘‘Rogai, pois, ao senhor da seara que mande que mande trabalhadores para a sua seara’’ (Mt. 9.38).

Que cada pastor que assistem nas nossas igrejas presbiterianas, tenham firmes no coração a convicção de que são respostas de orações poderosas em seus efeitos.
Que a vocação de vocês seja vivida como milagre: onde se espera até renascimento das cinzas! Que os lobos que se cuidem. Vocês são pastores: nossos abençoados e abençoadores pastores!
Que se faça saber que os nossos pastores saem vencendo e para vencer em nome do Senhor! Que se faça saber que vocês são os notáveis de Deus: homens dos quais o mundo não é digno de tê-lo em seus domínios.
Esperamos que vocês se elevem como estrelas nas mãos de Cristo. Esse é o dia que o Senhor nos deu. O seu dia, pastor presbiteriano! O seu dia, colegas pastores de Sínodo! Alegremo-nos e nos regozijemos nele.
Deus os abençoe! Parabéns!

Rev. J. A. Lucas Guimarães
Secretário Executivo - SLI
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terça-feira, 31 de outubro de 2017

500 ANOS DA REFORMA PROTESTANTE: UMA CRÔNICA


O sol atravessava uma nuvem naquela quarta-feira já com aspecto de tumulto devido à proximidade do Dia de Todos os Santos. Tudo parecia funcionar conforme a trama da rotina: as mulheres sacodem os tapetes nas janelas, os homens se lançam rumo aos seus afazeres... E ali um monge sobe as escadas da Igreja do Castelo de Wittenberg. Vai a mais uma incontável ladainha? Não! Vê-se uma determinação silenciosa. Fixa uns papeis na porta ao lado da Igreja. Mais um papel nesse mural de pedidos de orações e avisos? O vento sobra: vento que se remete contra a porta da Igreja e arranca os papeis jogando-os ao esquecimento. Não dessa vez! Ali estava afixado papéis com escritos para suportarem tempestades. ‘‘Vejam!’’, exclama alguém. O Dr. Martinho Lutero deixou algo na porta da Igreja. Correm para ver o que estava escrito. O texto em latim. Os que observam não sabem a língua da academia e dos clérigos. Finalmente, um alfabetizado na sacra língua faz a leitura. Ali o eco das 95 teses é como se um terremoto abalasse o mundo. ‘‘É necessário que todos leiam!’’, sugestiona alguém. Encarregam de levar à mais próxima imprensa.
O sol resiste em se pôr. Esse é um dia eterno! Ele não poderia ser medido com qualquer ampulheta. O selo do Livro escrito por dentro e por fora rompeu-se. O Evangelho eterno sopra entre aquelas campinas e enche as velas da profecia bíblica. O tempo está cumprido. O que previra o profeta Habacuque (2.4) quebra os grilhões da crendice, dos dogmas e da soberba, e ecoa: ‘‘O justo viverá por fé’’. Nas pegadas daquele monge, agora corria a história da salvação. Desencadeava-se a revolução da maravilhosa graça. Os reis, rainhas, sábios ou demônios não seriam capazes de deter o jorrar do rio que corre do trono de Deus!
O sol encontra-se em seu ocaso. O monge já voltara ao seu convento. Nem imagina que lá fora o mundo não é mais o mesmo. Ele senta e faz sua oração vespertina. Agradece a Deus por sua bondade e se prepara para o anoitecer. Não sabe ele que, na verdade, encontra-se em outro tempo: o sol ainda está no crepúsculo. Post tenebras lux - após as trevas, a luz! Não está anoitecendo, mas amanhecendo. A luz do Evangelho da graça e da glória de Deus brilha novamente!
A noite chega. O monge dorme sob a proteção divina. Durante a noite, suas palavras tornam-se folhas voadoras (panfletos). Ao amanhecer o mundo receberia não apenas uma denúncia contra a venda de indulgências, mas o Evangelho salvador de Deus!
Que maravilhoso dia o Senhor fez. Alegremo-nos e regozijemo-nos nele! A graça superabundava. Era 31 de outubro de 1517. O início do retorno ao Evangelho: a Era Protestante!

Rev. J. A. Lucas Guimarães
Secretário Executivo / SLI
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segunda-feira, 17 de julho de 2017

PARA DEUS NOS ATENDER


"Nós, pois, jejuamos e pedimos isto ao nosso Deus, e ele nos atendeu" (Esdras 8.23).

O livro de Esdras é continuação do Segundo Livro das Crônicas. Ele descreve a volta de alguns dos israelitas que estavam prisioneiros na Babilônia, a vida deles em Jerusalém e a adoração no Templo. Esses acontecimentos são apresentados na seguinte ordem: o primeiro grupo de israelitas volta da Babilônia, por ordem de Ciro, rei da Pérsia. O Templo é reconstruído e inaugurado, e o SENHOR é adorado de novo em Jerusalém. Anos depois, outro grupo volta para Jerusalém, dirigido por Esdras, um estudioso da Lei de Deus. Ele ajuda o povo a reorganizar a sua vida religiosa e social a fim de que a vida de louvor e adoração de Israel seja conservada. Em meio aos acontecimentos encontramos esta frase dita por Esdras, é um comentário feito anos depois sob a orientação divina e após refletir sobre os fatos ocorridos. O versículo 23 é a conclusão da obra em geral e especificamente dos versículos 21 e 22. Esdras conduz o povo de Deus à consagração por meio do jejum e da oração; eles se humilharam perante Deus, mostrando total submissão e dependência da presença, da direção e do poder do SENHOR; fizeram isto pensando neles, nos seus filhos e em todos os seus bens, e também, porque reconheceram a magnitude e veracidade do SENHOR. Por meio disto demonstraram depender de Deus em todos os aspectos; espiritual, material, cultural e sentimental. No versículo 22, mesmo podendo contar com a ajuda do exército, Esdras mantém sua profissão de fé no SENHOR; numa atitude de fé e coragem, ele permanece fiel ao seu Deus, crendo totalmente na presença, na direção e no poder do SENHOR.
Podemos tirar muitas lições desta passagem. Entre tantas, destacamos: Se quisermos agradar a Deus com a nossa vida precisamos nos consagrar totalmente ao SENHOR e viver por meio da fé, dada pelo Espírito Santo a todos os remidos do SENHOR. Mesmo diante de tantas possibilidades e ajudas precisamos focar a nossa fé em Deus, sabendo: A boa mão do nosso Deus é sobre todos os que o buscam, para o bem deles; mas a sua força e a sua ira, contra todos os que o abandonam.
A igreja de Cristo deve prosseguir na sua jornada enfrentando todos os tipos de desafios; como está escrito na segunda carta de Paulo aos coríntios (11.26) em jornadas, muitas vezes: em perigos de rios, em perigos de salteadores, em perigos entre patrícios, em perigos entre gentios, em perigos na cidade, em perigos no deserto, em perigos no mar, em perigos entre falsos irmãos, no 27: em trabalhos e fadigas, em vigílias, muitas vezes; em fome e sede, em jejuns, muitas vezes; em frio e nudez. No 28, além das coisas exteriores, há o que pesa sobre mim diariamente, a preocupação com todas as igrejas. Nós, pois, jejuamos e pedimos isto ao nosso Deus, e ele nos atendeu.
Sim, irmãos, não há outro caminho para os crentes, a não ser JESUS e a sua Palavra. Vamos nos consagrar mais e trabalhar na seara do SENHOR, totalmente impelidos e fortalecidos através da presença, da direção e do poder do SENHOR, manifestado através do Espírito Santo.

Rev. François Nunes
Presidente - SLI

Originalmente publicado em www. presbiteriovaledoribeira.com.br.
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O USO DO TERMO "REVERENDO"


Estamos numa época em que os pronomes de tratamento estão em desuso e até não são compreendidos. Fui ensinado a usá-los e me expressar com devido respeito às pessoas. Logo, saiu por ai colocando em prática o que aprendi. Outro dia, ao cumprimentar uma mulher, chamei-a de senhora. Ela, num lance de indignação, respondeu: “Você está me achando velha?” Respondi calmamente: “Não, estou achada-a digna de respeito!” Quando o respeito é tido como desrespeito, torna-se preocupante o relacionamento humano!
Um termo no nosso meio presbiteriano que é usado para nossos ministros do Evangelho, mas pouco compreendido, é “reverendo”. Se a mulher viu-se indignada com o termo “senhora”, já presenciei pastor presbiteriano com tal lance de indignação. Certa vez, cumprimentei um ministro por reverendo e ele me exortou: “Por favor, me chame de pastor. O termo reverendo é muito forte e formal. Reverência somente a Deus”. Que coisa! Eu não estava de forma alguma em estado de "adoração" para com ele. Apenas queria iniciar uma conversa!
Acho que é possível esclarecer tudo isso devidamente. Vamos lá!
O termo “reverendo” ou “reverendíssimo” são pronomes de tratamento, ou seja, usados para expressar respeito e consideração. Sua origem vem da palavra “reverência”, que é usada para designar uma postura de veneração ou respeito às coisas sagradas. Consequentemente, o “reverendo” é aquele que se respeita por cuidar das coisas que são “reverenciadas”. Ele mesmo não recebe “reverência”, mas o devido respeito que cabe ao cargo. O termo “reverendo” encontra-se ligado ao cargo e não a pessoa em si. Ora, somos considerados “santos” por estarmos ligados ao “Santíssimo” e isso não redunda em sacrilégio!
Tradicionalmente, esse é um termo usado para designar um líder religioso cristão regularmente ordenado pela sua instituição. Tal ordenação é declaração do devido preparo acadêmico e espiritual para o cargo e a licenciatura ao exercício. O respeito é resultado da agregação formal e simbólica desse evento. O uso remonta à Idade Média. Não se percebe questionamentos ao seu uso. Aqueles que são percebidos na atualidade, são movidos por desconhecimento do devido do tratamento às pessoas, falsa piedade e humildade, e agressão ao valor da ordenação ao sagrado ministério.
Perceba que não existe nenhuma temeridade no uso desse tratamento. O que pode existir é o desconhecimento do valor do devido tratamento e respeito às pessoas em sua posição social, funcional e religiosa. Quando diante de uma sociedade que decidiu banalizar a autoridade, a dignidade e o devido reconhecimento, o uso do devido tratamento é sempre um chamado ao resgate da ordem, decência e do respeito.
 Vamos concluir. O termo “reverendo” não é nome de cargo e nem ato de adoração (reverência). Ele é um tratamento de respeito para com o ministro do Evangelho regularmente ordenado pela igreja. Seu uso é devido, pois se resgata a forma tradicional e necessária de reconhecer devidamente as pessoas a partir do cargo, condição social e religiosa. Também por servir de educação à juventude e às crianças no quesito respeito às pessoas. Se o filho perguntar: “Pai, porque o pastor é chamado de reverendo”? O pai responderá: “Meu filho, porque devemos mostra-lhe respeito, tal como você deve chamar os adultos de senhor ou senhora”.
Não existe nenhuma disputa entre o uso do termo “pastor” e “reverendo”. Enquanto o termo “pastor” designa função/cargo, o termo “reverendo” diz respeito ao tratamento dado ao ocupante desse cargo. Sendo assim, o uso apropriado do termo “reverendo” se aplica às condições dos demais termos de tratamento (em formalidades e no uso comum). Se eu falo para uma pessoa mais intima: “Você vai viajar?”, ao pastor eu diria: “O reverendo vai viajar?” Assim, como perguntaria a uma pessoa fora do meu círculo íntimo: “A senhor vai viajar?”
É claro que se usa muitas vezes o termo reverendo como sinônimo de pastor. Nada contra. Minha divergência é contra a suspeita ao seu uso!

Rev. J. A. Lucas Guimarães

Secretário Executivo do SLI

Originalmente publicado em www.presbiteriodesantos.com.br
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domingo, 16 de julho de 2017

A COLUNA E BALUARTE DA VERDADE


“Escrevo-te estas coisas, esperando ir ver-te em breve; para que, se eu tardar fiques ciente de como se deve proceder na casa de Deus, que é a Igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade” (1ª Timóteo 3.14-15).

A palavra do ano de 2016, escolhida pela Oxford Dictionaries, foi “pós-verdade”. Essa palavra é usada para mostrar como as pessoas estão se deixando influenciar pelos apelos emocionais dos boatos mais do que pelos fatos objetivos. No fundo, isso mostra como a busca pela verdade não faz parte da motivação das pessoas. Ao lado dessa palavra, é possível escolher a mentira como palavra chave para se compreender a dimensão da pecaminosidade humana. Existe uma dependência crônica do uso da mentira de forma a ser considerada indispensável às práticas sociais e justificadora das negligências humanas. Torna-se mais grave quando a mentira assume sua condição de erro doutrinário e engano religioso. A filha do diabo não poupa nenhuma estrutura. Estaria tudo perdido? Estamos mesmo a mercê da mentira? A realidade pós-verdade é soberana? Vez por outra grupos religiosos tem se envolvido com a mentira. Isso tem favorecido ao desenvolvimento de determinada suspeita em relação à igreja. Apesar dessa realidade, devemos nos deixar encaminhar pelo conceito paulino de igreja. Essencialmente, a verdadeira igreja é “coluna e baluarte da verdade”. Veja que a igreja é exaltada como reduto onde a verdade é defendida. Diante disso, podemos destacar duas verdades. A primeira diz respeito a própria identidade da igreja. Ela não foi apenas fundada pela verdade (Jesus Cristo) e prega a verdade (a Palavra de Deus), mas se torna espaço onde a verdade encontra abrigo e é protegida. A segunda diz respeito a missão da igreja. Ela não assume apenas a tarefa apologética (defesa), mas proclamadora da verdade. Nessa proclamação, ela denuncia o erro e afirma a verdade num mundo que tomou a mentira como parceira cultural. Somos a Igreja do Deus vivo. Nosso propósito é o estabelecimento do Reino de Deus: realidade de pós-mentira. Ainda que as garras da mentira tenha ferido alguma expressão religiosa cristã, não pode nos alienar da identidade, valor e missão da igreja. Venceremos a mentira e o pai dela (o diabo) sendo verdadeira igreja da verdade e não nos afastando dela. Que nossa postura seja como a de Atanásio de Alexandria (séc. III-IV d.C.), chamado de campeão da ortodoxia: “Se o mundo for contra a verdade, então Atanásio será contra o mundo”.

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sexta-feira, 14 de julho de 2017

XIV ORDINÁRIA DO SLI NA IPSV


No último dia 08/07/17, o Sínodo do Lítoral Paulista (SLI) reuniu-se em ordinária na Igreja Presbiteriana de São Vicente para avançar em mais um biênio. Estiveram presentes os representantes do Presbitérios de Santos, São Vicente e do Vale do Ribeira.
O momento de intensa harmonia e profundo desejo de que os nossos presbitérios continuem crescendo em paz e vínculos de amor.
Na ocasião, foi eleita a nova comissão executiva para o biênio de 2017-2019, sendo assim composta: 
- Presidente: Rev. François Nunes
- Vice-presidente: Rev. Vulmar Dutra de Resende
- 1º Secretário (Protocolo): Rev. Cledinaldo Meneses Lima
- 2º Secretário (Atas): Rev. José Emiliano da Cunha
- Tesoureiro: Rev. Marco Antônio Caetano
- Secretário Executivo: Rev. José Antônio Lucas Guimarães
Nossa gratidão a todos os que atenderam a convocação e se fizeram presente em plena disposição de contribuir com sua amizade, valor e experiência.
A todos que nos delegaram tão grande privilégio e desafio de liderar esse momento presente o SLI, rogamos orações e ajuda.
Que a Deus seja toda a glória!

Fraternalmente em Cristo!

Rev. J. A. Lucas Guimarães
SE/SLI




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